terça-feira, 5 de setembro de 2006

Sem nó

Hoje soltei a corda
Que o mantinha atado a mim
Por tanto tempo ela esteve ali
Nos prendeu a tantas voltas
Que já nem lembravamos que não existiam nós
Hoje quando soltei a corda
A dor foi quase insuportável
meus braços, meu corpo, minha mente
E meu coração...
Doiam tanto, que de tanta dor já não sabia mais
Se vivia ou morria.
Era tanto peso
Que derrepente de tão leve
Senti que me perdia de mim
Sem saber ao certo se prostrado ao chão
Ou flutuando nas nuvens
Ainda que eu conseguisse traduzir todos os sentimentos
A vc eles não diriam nada
Porque os seus sentimentos
São seus e vc é outra pessoa não eu.
Ainda sinto as cordas
Acho que levará um grande tempo
Até que essa impressão se dissolva
No momento onde tudo parecia tudo
Mas era nada.

Quem sou eu

Minha foto

Nasci e cresci em São Paulo, morei em SBC, SMP, Osasco, Barra Funda e Vila Madalena. Estudei no Heckel Tavares, Architiclino Santos e na FIAM. Trabalhei na AMESP, ITD Trasnportes, Masul S/A, Editora Azul, Prodomo, ECT, Ogilvy & Mather, Ipê Clube, SGS do Brasil, Envolverde e Galáxia Projetos de Comunicação.