quarta-feira, 9 de abril de 2008

Qual o propósito das tragédias?

Vc já reparou o que acontece nos momentos de tragédia?
Já se deu conta de como as barreiras sociais desaparecem diante delas?
Prestou atenção no quanto vc é capaz de preocupar-se com seu semelhante quando está na mesma situação que a dele?
Notou como vc é capaz de grandes gestos de solidariedade e real interesse quando a dor do outro é a sua dor também?
E como vc é capaz de desfazer-se de suas incapacidades diante do sofrimento?
Será que se conseguissemos viver assim o tempo todo seriam necessárias as tragédias, para despertar nossas virtudes e nossa capacidade de interesse pelo semelhante?
Será que deviamos nos concentrar em estarmos despertos, conscientes e presentes o tempo todo, para evitarmos as tragédias?
Será que esse dia-a-dia alienado, anestesiado não contribuí para elas?
Porque temos tanta dificuldade e precisamos de tantas regras para vivermos em sociedade?
Porque todas essas coisas não nos torna mais humanos e solidários?
Porque nos fechamos em nossos interiores e desprezamos os nossos semelhantes?
Falo dos semelhantes distantes, apesar de ver muitas vezes que somos capazes de ser indiferentes aos nossos semelhantes consangüíneos.
De que nos defendemos?
Exatamente...
Aonde começa a violência?
Onde está o real abandono?
E a generosidade começa onde mesmo?
Porque permitimos sob a "fachada" do respeito a cultura alheia, que se cometam crimes contra a humanidade?
Porque toleramos os ditadores?
Porque permitimos a exploração?
O abuso de poder?
A corrupção?
Porque julgamos os outros sem olhar nossas culpas?
Porque não abrimos nossos corações?
Porque????

Quem sou eu

Minha foto

Nasci e cresci em São Paulo, morei em SBC, SMP, Osasco, Barra Funda e Vila Madalena. Estudei no Heckel Tavares, Architiclino Santos e na FIAM. Trabalhei na AMESP, ITD Trasnportes, Masul S/A, Editora Azul, Prodomo, ECT, Ogilvy & Mather, Ipê Clube, SGS do Brasil, Envolverde e Galáxia Projetos de Comunicação.